Com oficinas, palestras, rodas de
conversa, exposições, shows e feira,
o festival transforma Cunha em um
grande encontro de histórias,
técnicas e experiências moldadas
pela memória e pelas mãos.
A edição de 2026 convida o público a um mergulho nas origens da cerâmica de Cunha. Com uma homenagem especial às paneleiras, o tema destaca as tradições herdadas dos povos indígenas que habitaram a região — saberes que atravessam o tempo e seguem sendo transmitidos de geração em geração. O festival também se afirma como um espaço de encontro e troca, promovendo o diálogo entre artistas e artesãos de diferentes regiões do país.
O Festival realiza seu circuito oficial de ateliês em colaboração com guias locais, oferecendo ao público uma experiência imersiva nos processos da cerâmica de Cunha.
Além dos Ateliês, Cunha dispõe de
uma variedade de espaços e
iniciativas voltadas para a arte dacerâmica. Com curadoria e projetos próprios, o Festival organiza sua própria exposição, alinhada ao tema do ano, além de várias mostras de arte que ocorrem nos Ateliês da cidade durante o evento.
As festividades principais do evento.
Um feriado prolongado recheado de demonstrações, expositores, workshops, mostras de arte e muito mais!
Entre coletivos, artistas e fabricantes de insumos para cerâmica, o Festival contou com 70 expositores no ano de 2025. Com mais de 20.000 visitantes na edição deste ano, o Festival Internacional de Cerâmica de Cunha é um espaço que favorece o contato entre os ceramistas e os potenciais consumidores do fruto de sua arte.
O Palco de Palestras do Festival
Internacional de Cerâmica de Cunha já contou com passagens de
mestres e ceramistas renomados,
como Hideko Konna, Família Santana e Flavia Pircher. A programação do Festival conta com Mesas Redondas sobre diversos temas relacionados à cerâmica, desde a produção artística a empreendedorismo.
A programação do Festival é repleta de demonstrações que vão de queimas em fornos pré-colombianos e Raku a competições de torno. O evento também sempre conta com diversos artistas produzindo durante o evento.
A cerâmica de Cunha nasce da fusão entre a sabedoria dos povos
originários, preservada pelas paneleiras da cultura caipira, e a técnica
oriental introduzida em 1975. Ao longo de cinco décadas, a cidade
consolidou-se como referência ao reunir a maior concentração de fornos
Noborigama da América do Sul, formando novas gerações de ceramistas e
atraindo artistas de diferentes técnicas e estilos, distribuídos em mais
de 40 ateliês. Em reconhecimento a essa trajetória singular, em 2022,
Cunha recebeu do Governo Federal o título de Capital Nacional da
Cerâmica de Alta Temperatura (Lei no 14.363).
Nossa história começa muito antes do nosso CNPJ. Somos herdeiros do movimento iniciado em 1975, quando a técnica Noborigama chegou a Cunha e transformou a cidade. O Instituto Cultural da Cerâmica de Cunha nasceu da união desses artistas para proteger e expandir esse patrimônio. Evoluímos de um coletivo artístico para uma entidade de gestão cultural profissional. Hoje, o ICCC é a autoridade na representação da cerâmica de Cunha, atuando como ponte entre a tradição dos ateliês e o mercado global.